Marinho cumpre promessa, quebra jejum de 16 anos e levanta seu terceiro Nordestão: “Voltei para ser campeão”

Marinho, Vitória
Marinho, Vitória

O título da Copa do Nordeste de 2026 teve um significado especial para Marinho. Além de ajudar o Vitória a encerrar um jejum de 16 anos sem conquistar a principal competição regional do país, o atacante levantou pela terceira vez o troféu do Nordestão em sua carreira.

Elenco do Vitória
Elenco do Vitória

O camisa 7 rubro-negro esteve presente na campanha que terminou com a vitória por 2 a 1 sobre o Fortaleza, no último sábado (6), no Barradão, resultado que garantiu ao Leão o sexto título da competição e colocou o clube novamente entre os maiores vencedores da história do torneio.

Para Marinho, a conquista teve um sabor diferente. Torcedor declarado do Vitória, ele retornou ao clube nesta temporada, dez anos após sua marcante primeira passagem, e afirmou que voltou com um objetivo claro.

“Uma coisa que eu falei até para Osvaldo. Eu voltei para ser campeão. É bom aprender a vencer, isso chama, isso atrai. Sempre bom atrair coisa boa e voltar a ser campeão no clube em que eu sou torcedor. Depois de 16 anos a torcida merecia isso, merecia gritar campeão, ainda mais dentro de casa. O torcedor do Vitória estava com o grito entalado e merece. Temos que desfrutar e agradecer a Deus e à torcida”, declarou ao GE após a decisão.

Marinho, Vitória
Marinho, Vitória

A trajetória vencedora de Marinho na Copa do Nordeste começou em 2015, quando conquistou o torneio defendendo o Ceará. Anos depois, em 2024, voltou a erguer a taça atuando pelo Fortaleza. Agora, em 2026, completou o tricampeonato regional justamente vestindo a camisa do clube do coração.

Apesar de ainda buscar maior protagonismo dentro de campo, o atacante participou de 16 partidas pelo Vitória na temporada e contribuiu com uma assistência. Mesmo sem números expressivos, Marinho é visto como uma das lideranças do elenco e celebrou a conquista como um dos momentos mais marcantes de sua carreira.

O título reforça a ligação do jogador com o futebol nordestino e amplia uma galeria de conquistas que poucos atletas conseguiram construir na principal competição da região. Com três títulos por três clubes diferentes, Marinho segue escrevendo seu nome na história do Nordestão.