O Vitória tratou de esfriar a repercussão envolvendo o nome do meia Cauã Felipe, de 17 anos, apontado como alvo de uma negociação milionária com o Atlético-GO. A diretoria negou qualquer pagamento imediato pelo atleta e explicou os detalhes.
Em entrevista ao Bahia Notícias, o presidente Fábio Mota afirmou que o jovem integra o clube dentro de um modelo de parceria, prática já adotada pelo Leão em outras categorias de base.

Segundo o dirigente, o funcionamento é simples: o clube de origem cede o jogador, define-se um valor de referência e o atleta passa a fazer parte do elenco. Esse montante, no entanto, só entra em cena caso haja uma venda futura.
“O Vitória não desembolsa nada agora. Existe um valor estipulado e, se o jogador se valorizar, aí sim há uma divisão conforme o percentual acordado”, explicou.
Mota ainda ressaltou que Cauã Felipe não é um caso isolado dentro do clube. O modelo já vem sendo aplicado em outras negociações, como em parcerias com equipes como o CRB, envolvendo atletas das categorias sub-17 e sub-20.
A estratégia, segundo a diretoria, busca reduzir riscos financeiros enquanto amplia o acesso a jovens promessas do futebol brasileiro, uma aposta que pode render frutos esportivos e também financeiros no futuro.

Veja mais notícias do Vitória, acompanhe os jogos, resultados e classificação além da história e títulos do Esporte Clube Vitória.

