O Vitória concluiu a negociação em definitivo do zagueiro Diogo Antônio com o ZTE. A operação foi fechada sem compensação financeira imediata, mas com um movimento estratégico: o Rubro-Negro manteve 20% dos direitos econômicos do atleta para lucrar em uma eventual venda futura.
Diogo havia sido contratado no início de 2026 como oportunidade de mercado. Na chegada, ficou estabelecida a divisão dos direitos: 60% para o Vitória e 40% para o Palmeiras. Agora, com a transferência para o futebol húngaro, o Leão aposta na valorização do defensor na Europa.

Passagem rápida pelo Baianão
O zagueiro atuou em quatro partidas do Campeonato Baiano, sendo titular em três delas. Ele integrava o grupo específico montado para a disputa estadual, que contou com atletas observados de perto pela comissão técnica ao longo da competição.
Como fazia parte apenas do elenco utilizado no Baiano, a diretoria não trabalha com a contratação imediata de um substituto. A avaliação interna é de que o grupo principal já possui peças suficientes para a sequência da temporada.

Planejamento e visão de mercado
A transferência foi confirmada em caráter definitivo, conforme apuração do Arena Rubro-Negra. O modelo adotado pelo Vitória segue uma tendência do mercado brasileiro: negociar atletas jovens, reduzir custos e manter percentual visando retorno futuro.
Mesmo sem entrada de recursos agora, o clube entende que a operação pode gerar lucro adiante, caso o jogador se firme no futebol europeu e desperte interesse de equipes de maior expressão.
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